18 de dezembro de 2008
letra Z
Tartaruga de Joãzinho
15 de dezembro de 2008
acelerador de partículas do CERN

13 de dezembro de 2008
Um dos mais antigos dinossauros carnívoros que se tem notícia foi o Herrerasaurus, (abaixo) que viveu no médio Triássico, há cerca de 220 milhões de anos. Com cerca de 5 m de comprimento, era um dos mais formidáveis predadores de seu tempo. Diferente de outros répteis, o Herrerasaurus caminhava nas patas traseiras, o que permitia a utilização dos membros dianteiros para outras tarefas, como por exemplo, agarrar a presa. Acredita-se que dinossauros como esse conseguiam controlar a temperatura corporal, o que trazia vantagens em relação a outros carnívoros. Herrerasaurus
A idéia mais aceita para explicar a extinção dos dinossauros é a que defende a queda de um asteróide na região do atual México, no período Cretáceo. De acordo com paleontólogos, esse asteróide teria aproximadamente 14 km de diâmetro e no momento do impacto, levantou uma nuvem de poeira que cobriu a Terra por meses, impedindo a penetração de raios solares. Muitos animais e vegetais morreram com a falta de luz solar. Sem alimentação abundante, os dinossauros foram morrendo com a falta de alimentos.
Descendentes dos dinossauros
Os paleontólogos analisaram diversos fósseis de dinossauros e chegaram a algumas conclusões. O velociraptor, por exemplo, evoluiu para algumas espécies de aves que conhecemos hoje. Animais como o dragão de comodo e diversas espécies de lagartos também são parentes diretos de alguns tipos de dinossauros.

12 de dezembro de 2008
povo gigante
Um polvo gigante, de 12,40 metros de comprimento e 13 toneladas de
peso, que não era visto há 107 anos, apareceu e morreu em uma praia do sul do Chile, informou esta quarta-feira o Centro de Conservação
Cetácea de Santiago (CCC).
O animal foi confundido inicialmente com um “monstro marinho”, ou uma
baleia extraviada e moribunda, mas os cientistas confirmaram que se
tratava de uma espécie de cefalópode do qual não existiam notícias
desde 1896, quando um polvo similar foi encontrado na Flórida (Estados
Unidos).
A descoberta ocorreu no dia 24 de junho na área de Los Muermos. A
capitania naval do porto da aldeia de Maullín, na costa do Pacífico,
ao sul da cidade de Puerto Montt, 1.000 km ao sul de Santiago, alertou
o CCC.
Depois do exame do animal, da análise de fotografias, medições e da
extração de tecidos, estamos enviando mostras e antecedentes para
grupos de pesquisa da França, Itália e Estados Unidos, além de
chilenos, para estabelecer a classificação”, disse a ambientalista
Elsa Cabrera, do CCC.
O zoólogo italiano Lorenzo Rossi, especialista em fauna marinha, um
dos primeiros a receber as fotografias, afirmou que o polvo de Maullin
é igual ao encontrado nos Estados Unidos há mais de um século, disse
Cabrera.
Obrigado Evandro pela notícia
5 de dezembro de 2008
COMO IDENTIFICAR O SEXO
A cor cinza padrão silvestre é o que melhor apresenta disformismo sexual, isto é, consegue-se identificar o sexo visualmente, embora somente depois de adulto (a partir dos 5 meses de vida, o macho passa a ter aos poucos a cor cinza das penas do rosto substituidas pelo amarelo, e as penas do rabo perdem o rajado, sendo substituidas pela cor cinza, completando esse processo ao cabo de 1 ano de idade aproximadamente).
Para sabermos com segurança o sexo da ave podemos recorrer ao exame de "Sexagem pelo DNA" que gera resultados de alta confiabilidade em aves de qualquer idade, através da Bilogia Molecular.
Muito procurado por criadores que precisam determinar o sexo, seja para formar um casal e gerar filhotes, ou apenas para tirar dúvida, é um exame que vem sendo realizado cada vez mais pela facilidade em colher o material e pelo preço do exame.
O exame pode ser feito através da extração de 4 a 6 penas do peito da ave, ou do sangue através do corte de unha. O resultado sai rápido e ainda vem acompanhado de certificado da sexagem.
As penas que caem naturalmente não servem para o exame de sexagem porque contém pouco material genético. A pena solta-se sozinha porque o folículo que a gerou sofre uma morte programada das células que a seguram, daí a base da pena solta está cercada de células mortas, que não tem muito material de DNA. Quando arrancamos a pena, a base vem cercada de células vivas, com bastante DNA.





















































